Se não sabe porque pergunta?
Ontem lá por casa
houve mais um serão de "projectos", neste caso um projecto sobre as
"numerações"
utilizadas por várias civilizações antigas. Ao contrário de muitos projectos
falhados, que redundavam em questões demasiado ambiguas, este avançou a bom
ritmo. Não só ficámos a conhecer os caractéres utilizados pelos antigos egípcios
e gregos, os maias os babilónios, mas ficámos a saber que utilizavam diversas
"métricas" e os seus sistemas de numeração reflectiam diferentes
preocupações. Ou seja "fartámo-nos" de aprender, ambos.
Mas independentemente
do tema, houve algo que marcou uma diferença face às tentativas anteriores de
"projectos" que versavam sobre temas como "A terra",
"os Homens das cavernas", "a história do universo" etc...
desta vez o tema não era novo, tinha sido preparado e era conhecido, o que
permitiu fazer perguntas, condição fundamental para qualquer projecto.
Parece coisa menor,
mas foi a mais importante aprendizagem do serão de ontem: as respostas pouco
importam, porque na sua esmagadora maioria já existem e só é necessário saber
onde e como procurá-las.
O mais importante, o mais difícil, é saber
fazer as perguntas.
Alguém vá lá explicar
isto ao Ministério da Educação e em particular ao Sr. Crato!
Projectos falhados... humm... nenhum projecto é falhado porque em todos se aprende qualquer coisa! Seja como for percebo-te. De resto penúltimo parágrafo do post coloca a questão fundamental relativa à exploração, à investigação e ao estudo: O mais importante, o mais difícil, é saber fazer as perguntas. Forte abraço!
ResponderEliminarProjectos falhados no sentido em que ficaram por concretizar, não passaram das ideias. Como se conta que dizia o Edison, ninguém valorizava o seu trabalho na descoberta de 999 lâmpadas diferentes que não acendiam, mas apenas reconheciam o valor da invenção da milionésima, e contudo sem as primeiras, a última não existiria...
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